Roteiro Planalto Central

O viajeaqui traçou um roteiro muito bacana pelo Planalto Central Brasileiro para ser feito de carro. Grande parte das pessoas conhece essa região do País mas apenas pela janela do avião, não é mesmo? Então aproveite essas dicas do viajeaqui e programe uma viagem com seus amigos ou com a família para conhecer essa região tão rica historica e culturalmente. Além de ter a oportunidade de contemplar cenários naturais deslumbrantes…

 

Mapa do roteiro rodoviário Guia Brasil 2012 Planalto Central – parte 1

 

Ao atravessar o Brasil de avião, é comum ter de fazer escala ou conexão em Brasília. A mesma lógica se repete neste giro pelas melhores atrações do Planalto Central: é necessário usar a capital como eixo do roteiro. Reserve os primeiros momentos para explorar a cidade planejada por Lúcio Costa e engrandecida com os edifícios de Oscar Niemeyer. Para entender a forma de avião do tão falado Plano Piloto, basta subir – de elevador – os 75 metros da torre de televisão. De volta ao chão, pouco mais de cinco minutos separam a torre da Praça dos três Poderes (onde estão o Congresso Nacional, o Supremo tribunal federal e o Palácio do Planalto). Ali pertinho fica o belo Palácio do Itamaraty.

Saindo de Brasília pela duplicada BR-020, siga para Formosa e desvie 33 km para conhecer o Salto do Itiquira, com majestosos 168 m de queda.

Retornando à BR-020, o próximo destino Posse, base para conhecer as cavernas do Parque Estadual da Serra Ronca. O acesso complicado dificulta o turismo de massa: as cavernas ficam a, no mínimo, 78 km da cidade.

É necessário retornar até perto de Brasília para seguir em direção à Chapada dos Veadeiros. A 15 km de Alto Paraíso de Goiás – espécie de “capital informal” da região –, as montanhas vão ganhando nitidez. Para fazer as trilhas e conhecer os mirantes e cachoeiras, divida seu tempo entre Alto Paraíso, Cavalcante e São Jorge (onde fica a sede do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros).

Há uma ligação rodoviária direta entre a região da Chapada e Pirenópolis, mas o caminho tem um trecho de terra esburacado que desencoraja qualquer um. A solução é regressar a Brasília, seguindo pela feiosa BR-070. Após atravessar Águas Lindas de Goiás e Corumbá de Goiás, a subida da Serra dos Pirineus anuncia a chegada a “Piri”. Caminhar pelo casario preservado do século 19 e ir às cachoeiras são os programas clássicos por aqui.

“Rival” natural de Pirenópolis no turismo do Planalto Central, a cidade de Goiás é acessada por várias estradinhas. As famosas doceiras, as igrejinhas, a casa da poetisa Cora Coralina… Impossível não se encantar.

Dirigindo boa parte por rodovias duplicadas, mas atravessando o trânsito confuso de Goiânia, levam-se cinco horas para chegar a Caldas Novas e Rio Quente. É o momento de relaxar nas piscinas termais dos clubes e resorts das duas cidades.

 

Programe-se:

Quando ir: O clima na região é quente e seco entre maio e outubro, época em que cai o volume de água das cachoeiras. Goiás lota na Semana Santa e Pirenópolis, 40 dias depois, durante a Cavalhada. Caldas Novas e Goiás podem ser visitadas o ano inteiro.

 

Restaurantes imperdíveis:

 

Atrações imperdíveis:

Raio X das estradas: A partir de Brasília: a BR-020 é duplicada até Formosa e segue em direção ao Nordeste; a GO-118, uma estrada tranquila, leva à Chapada dos Veadeiros.

 

Fonte: viajeaqui