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Viagem de Bolso: Linha Verde, BA.

Linha Verde – Ficha Técnica
Extensão: 230 KM;
Condição da Estrada: perfeita;
Grau de perigo: moderado;
Período necessário: quanto mais melhor, né? Mas vamos dar dicas de fazer o trajeto em cinco dias;
Média de preço do combustível: R$ 2,79 (gasolina) / R$ 1,97 (álcool);
Custo de combustível: 65 litros (carro econômico): R$ 180,00.
Custos de hospedagem: R$ 120,00 (duplo)/diária;
Custo de aluguel de carro: R$ 85,00 (diária).

Por Leandro Lopes, especial para o Rent a Car News

O Rent a Car News inaugura agora uma série de reportagens especiais sobre lugares encantadores e trajetos riquíssimos de belezas. Textos que te levarão de Norte a Sul (sobretudo Nordeste) deste Brasil. De carona, inicialmente. Depois, queremos ouvi-los. Saber o que fizeram ou deixaram de fazer a partir do que indicamos por aqui. Ou seja, queremos formar futuros viajantes, mas não marinheiros de primeira viagem. A proposta é que vocês desvendem por aqui primeiro, virtualmente, e depois sintam na pele o que nossos repórteres sentiram (na maioria das vezes muito sol e mar).

Essa série de reportagem, intitulada “Viagem de Bolso”, propõe que nossos leitores levem essas dicas para o dia-a-dia do seu passeio. Mas tem uma coisa importante: todo o trajeto que detalharemos por aqui só será possível ser feito com um carro alugado. Afinal, estamos no Rent a Car News!

Nosso primeiro destino: Linha Verde, na Bahia. Estrada ecológica no litoral norte do estado baiano, o lugar, com extensão de 230 quilômetros – de Salvador à divisa com Sergipe – é um caminho rico em ecossistemas, belíssimas praias entrecortadas por rios, dunas, coqueirais e lagoas. Alguns desses lugares é de suspirar e poderá até criar dúvida: será que abandono os abadás e as folias das avenidas e pego estrada ao chegar em Salvador, neste carnaval?

Chegou em Salvador? Se já reservou o carro antecipadamente, ótimo. Se não, nosso primeiro passo sempre será o aluguel, independentemente do lugar onde o Viagem de Bolso chegar. Se ainda não fez a reserva, corra para um guichê das empresas de aluguel de carro no aeroporto. Eles estão logo na frente do portão de saída da sala de desembarque.

A primeira dica é alugar com quilometragem livre (não existe coisa pior do que ficar medindo os quilômetros para economizar). Outras orientações você pode encontrar aqui (Programe-se e não pague a mais na locação de veículo durante as ferias) e aqui (Quais cuidados ter ao realizar uma locação?). Ambos textos já publicados no Rent a Car News.

Negócio fechado? Então, antes de sair dirigindo, dá um pulo no Acarajé da Tia Zazá, em frente ao Aeroporto (entre os portões de saída e o estacionamento). Salvador sem acarajé é menos Bahia. Bom, se chegou cedo na capital baiana, já pode pegar estrada sentido Sergipe.

Primeira parada
Praia de Guarajuba! Mar tão verde é difícil de encontrar. O lugar – pertencente ao município de Camaçari – está a 42 quilômetros do Aeroporto de Salvador. É a primeira parada obrigatória de quem pretende seguir as dicas do Viagem de Bolso. Por lá, além do mar sereno (na maré baixa), é ideal para uma caminhada ou (para quem é mais aventureiro) para a prática do wind surf. Na estrada você vai encontrar, antes da entrada para Jauá, pedágio. Para carros pequenos, R$ 3,30 de 2ªa 6ªe R$ 5 aos sábados, domingos e feriados (não se preocupe. É o único pedágio em toda a extensão da Linha Verde).

A dica do Rent a Car News é o Bar do Carlinhos. Se chegar cedo, é possível encontrar um ótimo quiosque. A proposta é que você fique por lá durante todo o dia e volte para a estrada à noite. O Viagem de Bolso indica que você durma ou na Praia do Forte (segunda parada) ou em Imabassaí (terceira parada). De qualquer modo, aproveite Guarajuba durante todo o dia, aprecie o pôr-do-sol e no final do dia, volte a Linha Verde. Agora, se for beber, procure uma boa hospedagem por lá mesmo. Dicas podem ser encontradas aqui: http://www.guarajuba.com/

Segunda parada
Praia do Forte! Talvez o principal destino da Linha Verde. O lugar – que fica a 12 quilômetros de Guarajuba oferece belezas de encher os olhos. Areias claras, recifes, mar cristalino e em quase toda a praia é possível perceber cardumes coloridos. A chegada será à noite. E provavelmente você vai precisar comer alguma coisa por lá, antes de ir ao hotel ou pousada. Não se preocupe. A vila da Praia do Forte é a mais agitada da região. Lembra muito a Vila do Morro de São Paulo, também na Bahia. Se o apetite indica frutos do mar, corre para o Bar do Souza, no início da Vila (e pede bolinhos de bacalhau). Se comeu peixe o dia inteiro em Guarajuba e quer experimentar outra coisa: Las Margaritas (comida mexicana) ou 7 Pizzas (pizzaria). Espetaculares! No dia seguinte, não deixe de conhecer o Projeto Tamar e claro aproveitar o sol! Saiba mais: http://www.praiadoforte.org.br/.

Terceira parada (terceiro dia)
O tempo passa rápido, né? Bom, a terceira parada (depois de um dia inteiro em Guarajuba, uma noite e um dia na Praia do Forte), é o vilarejo de Imbassaí. Do lado: 10 quilômetros da Praia do Forte. O lugar é de total paz. Antes de chegar na praia, você terá que estacionar o carro no vilarejo, atravessar o rio (também chamado Imbassaí) que corta a cidade e caminhar um pouco por areias quentes. Mas o sacrifício vale a pena! O lugar é ideal para quem gosta de “pegar jacaré” (ser empurrado por ondas). As águas são mais agitadas, mas a areia é de total sossego. É quase uma praia deserta. Nas barracas, cerveja gelada e Mariscada com preço imperdível! Com R$ 50,00 duas pessoas comem até dizer chega. O lugar também é uma excelente opção para quem quer pagar mais barato na hospedagem. É possível encontrar pousadas de 20% a 30% mais baratas que na Praia do Forte.

A proposta é que você passe parte do dia por aqui. Depois, volta a estrada para a próxima parada.

Quarta parada (ainda terceiro dia)
Pouco mais de 90 quilômetros depois você estará na Barra de Itariri. O lugar – basicamente formado por uma vila de pescadores – proporciona a mais linda paisagem que se possa imaginar no encontro de um rio com o mar. Alem disso, é possível rolar em suas dunas e comer os melhores mariscos (com verdadeiro tempero caseiro) da região. Infelizmente, existem poucas opções de hospedagem (você já passou o dia inteiro na praia, né?). Então o melhor é aproveitar o pôr-do-sol no lugar, dá o último mergulho do dia e correr para uma pousada na cidade do Conde (10 quilômetros dali).  Por lá, só vale a pena dormir para o último dia e a última parada da viagem: Mangue Seco.

Quinta parada (quarto dia)
Mangue Seco. Eu sei, eu sei. A tentação será grande para conhecer a praia do Sítio do Conde, mas acredite, vale muito mais a pena pegar estrada. Não que a praia que você estará quase em frente (dependendo da pousada que se hospedar) seja ruim, mas Mangue Seco irá te proporcionar horas mais prazerosas. Acredite: pegue estrada.

O sentido é Aracaju, depois da Divisa entre os estados da Bahia e Sergipe, você encontrará a cidade de Indiaroba, 6 quilômetros depois, em um curva, você sairá da entrada principal e entrará à direita para o povoado do Pontal. Boa parte dos 12 quilômetros são de estrada de terra. Chegando lá, você poderá escolher o melhor modo de chegar a Mangue Seco: através da travessia do Rio Real, utilizando bugres e carros de tração. De todo modo, você terá que deixar seu carro estacionado na Vila (de R$ 5 a R$ 10 a diária). De barco são 40 minutos de travessia (média de R$ 15 por pessoa).

Mangue Seco é pertencente do município de Jandaíra, na Bahia. É a última praia no extremo norte, fazendo fronteira com Sergipe. A população do vilarejo não ultrapassa 500 pessoas (atenção: lá não tem agência bancária. Trate de levar dinheiro suficiente).

O lugar foi cenário para a telenovela “Tieta”, veículada pela rede Globo e inspirada no romance “Tieta do Agreste”, de Jorge Amado. Certamente é o lugar mais bonito de toda a Linha Verde (guardamos o melhor para o final). Aproveite o dia!

O quinto dia será doloroso. É hora de voltar. A melhor dica é pegar Estrada relembrando os bons momentos dos quarto dias anterior ou martelando ideias de como ficar mais uns três dias. Se conseguir ficar, será uma outra história e um outro texto.

Boa Viagem de Bolso para você!

Este artigo foi publicado por Leandro Lopes em 20 de fevereiro de 2012 às 9:15, e está arquivado em Sugestão de Turismo. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta.

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